Palace Hotel - Caxambu

domingo, 31 de março de 2013

Nhá Chica, Beatificação, Milagres e Baependi no Globo Repórter

Publicado em 30/03/2013
Parte do Globo Repórter do dia 29 de Março de 2013 que falou sobre NHÁ CHICA, seus milagres, Beatificação e sua vivência em Baependi, sul de MG. O tema do programa foi: Novos Caminhos do Cristianismo


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sábado, 30 de março de 2013

Restauração dos pedalinhos do Parque


Um belo trabalho feito pelo pessoal do parque, com oitos dos barcos restaurados. 

Parabéns!


Fotos enviadas por Espaço Info








APAC Proteção
 Aos Animais


AVISO!!!!

A APAC INFORMA, QUE DEVIDO O MAU TEMPO, NÃO HAVERÁ HOJE A FEIRA DE ADOÇÃO DE CÃES E GATOS. 
ESTÁ SENDO TRANSFERIDA PARA O PRÓXIMO SÁBADO, DIA 06/04/2013 A PARTIR DAS 14:00h, NA PRAÇA 16 DE SETEMBRO- CENTRO- CAXAMBU-MG

EQUIPE DA APAC!

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Absurdo e maus tratos em Caxambu - MG 

( YouTube)



Um cavalinho mancando e tendo que arrastar essa turma toda...

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anibal tardeli
anibal tardeli



Estive hoje com o charreteiro, propriietário do animal que aparece no video. Ele falou que houve uma injustiça, pois o cavalo é bem tratado, inclusive pelo veterinário. O que pode ter ocorrido foi algum problema de rotina com a ferradura, e obturista pode ter pensado outra coisa. O animal foi examinado pelo veterinário, e está descansando no pasto

sexta-feira, 29 de março de 2013

SEMEL - Caxambu



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Nhá Chica - HOJE no Globo Reporter



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Criado o 57º Batalhão PM em São Lourenço
(São Lourenço News)

O Estado Maior do mais novo Batalhão de Minas Gerais com seus comandantes de pelotões

Foi lançado no dia 26/03, no Boletim Geral da Polícia Militar em sua edição nº 23, publicação do Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Marcio Sant'Anna elevando a 14ª Cia Ind PM à condição de 57º Batalhão de Polícia Militar.
Com isso foram premiados o compromisso e a seriedade com a Paz Social. Um grande salto para que isso acontecesse se deve ao Coronel Wagner Mutti, comandante da 17ª Região de Polícia Militar que desde o princípio foi favorável a idéia. O comandante do 57º BPM com sede em São Lourenço, Tenente Coronel Valério também incansável nesta batalha. O Major Paulo Márcio, subcomandante da unidade e os oficiais que agora serão integrantes do Estado Maior do 57º BPM. Todos os integrantes do mais antigo ao mais moderno tem sua parcela de contribuição na elevação da 14ª Cia Ind PM .
Outras pessoas devem ser lembradas como o Prefeito Zé Neto, o vereador e presidente da Câmara Municipal Nei da Saúde, Diretor Geral da Imprensa Oficial de Minas Gerais, Dr. Eugênio Ferraz, Dr. Luiz Antônio Prazeres Lopes procurador da ALMG, o Deputado Estadual Tiago Ulisses, exemplo de atenção às causas nobres do município e porque não dizer, o ex-vereador José Hortêncio Vieira um dos maiores batalhadores da segurança pública da história de São Lourenço.
História da 14ª Cia Ind PM - A Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, no dia 16 de fevereiro de 2004, através do Decreto Nº 43.690, instalou na cidade de São Lourenço, a 14ª Companhia Independente da Polícia Militar. Com isso, a Polícia Militar procurou oferecer às Comunidades das Terras Altas da Mantiqueira, cidades do Circuito das Águas e das Montanhas Mágicas da Mantiqueira, em todos os quadrantes, um ambiente de tranqüilidade e Paz Social.
A 14ª Cia Independente esteve subordinada administrativamente ao 8º Batalhão até o ano de 2000, com o status de Companhia Especial PM, a 58ª Cia PM. A partir de 2000, por meio de uma nova reestruturação na Região, a Companhia passou a subordinar-se ao 24º Batalhão, com sede em Varginha, até o ano de 2004.
Atualmente está subordinada à 17ª Região da Polícia Militar e é responsável pelas ações e operações de Segurança Pública numa área que compreende de 4.806,7 Km² e com uma população de 230.694 habitantes. Nos períodos de pico de turismo a população flutuante aumenta em 150.000 visitantes e com expectativa de um número ainda maior agora com a beatificação de Nhá Chica, prevista para o dia quatro de maio em Baependi.
A 14ª Cia PM Ind, com sede nesta hospitaleira cidade, faz fronteira com o Estado do Rio de Janeiro e São Paulo, tendo uma área composta de vinte e dois municípios. Está subdividida em 09 Pelotões, sediados em São Lourenço, Baependi, Caxambu, Itanhandu, Passa Quatro, Itamonte e Aiuruoca. Há também Destacamentos Policiais Militares nas cidades de Carmo de Minas, Soledade de Minas, Dom Viçoso, Cruzília, Minduri, Pouso Alto, Virgínia, São Sebastião do Rio Verde, Alagoa, Bocaina de Minas, Carvalhos, Liberdade, Passa Vinte, Seritinga e Serranos.
Desde a sua instalação a unidade teve quatro Comandantes, sendo o primeiro o Tenente Coronel PM José Carlos Gomes Saraiva, o segundo, hoje coronel PM, Sérgio Henrique Soares Fernandes e o terceiro, o Tenente Coronel PM Luis Carlos Lima. Atualmente a Unidade está sendo comandada pelo Ten Cel PM Paulo Valério Junior.
São Lourenço é uma referência aos outros municípios, pela malha rodoviária que privilegia a cidade e pelo potencial turístico já estabelecido.
Na área da Unidade encontra-se um dos maiores ícones da história da Polícia Militar de Minas Gerais, o Túnel da Mantiqueira, na cidade de Passa Quatro, onde tombou morto em batalha, em 1932 o Cel PM Fulgêncio de Souza, durante a histórica batalha entre mineiros e paulista, na Revolução de 32.
Dessa forma, devido à importância regional e nacional do “circuito das águas”, após uma análise estratégica do Comando da Corporação, decidiu-se pela criação da Unidade em São Lourenço que recebeu o nome de 14ª Cia PM Ind.
Desde ontem, dia 26 de março de 2013, a Cia Ind eleva-se a categoria de Batalhão, recebendo a denominação de 57º BPM, o Batalhão do Circuito das Águas.
Leia a resolução de criação do 57º BPM, publicado no BGPM:

RESOLUÇÃO Nº 4245 DE 22 DE MARÇO DE 2013.
Altera o Plano de Articulação e o Detalhamento e
Desdobramento do Quadro de Organização e Distribuição
(DD/QOD) da Polícia Militar de Minas Gerais. Cria o 57º BPM
em São Lourenço/MG.

O CORONEL PM COMANDANTE-GERAL DA POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III, § 1º, do Art. 93, da Constituição do Estado de Minas Gerais, de 21 de setembro de 1989, c/c com o artigo 28 da Lei Delegada nº 174, de 26 de janeiro de 2007, e em conformidade com o Art. 6º, incisos VI e XI, do R-100, aprovado pelo Decreto nº 18.445, de 15 de abril de 1.977, e nos termos da Lei nº 19.987, de 28 de dezembro de 2011, que aprovou a Lei de Efetivo da PMMG, RESOLVE:
Art. 1º - Criar, na estrutura organizacional da PMMG, o 57º Batalhão da Polícia Militar, com sede em São Lourenço/MG, constituindo-se no 57º BPM/17ª RPM.
Art. 2° - A nova articulação operacional das Unidades da 17ª RPM consta nos anexos desta Resolução.
Art. 3° - As UA envolvidas na implementação desta Resolução terão um prazo de 30 (trinta) dias para ajustarem seus sistemas de grande porte.
Art. 4° - Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

GCG em Belo Horizonte, 22 de março de 2013.
(a) MÁRCIO MARTINS SANT’ANA, CORONEL PM
COMANDANTE-GERAL( - BGPM Nº 23, de 26 de março de 2013 - )

A primeira reunião do Estado Maior do 57º BPM com seus comandantes de pelotões 

CAPINA QUÍMICA: ALGUMAS PREFEITURAS INSISTEM EM DESCUMPRIR A LEI
Capina Química continua proibida nos centros urbanos


Embora muitos municípios estejam tentando burlar a lei, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) expressa que a prática da capina química em área urbana não está autorizada pela Ansiva ou por qualquer outro órgão e não há nenhum produto agrotóxico registrado para tal finalidade. E os órgãos fiscalizadores devem fazer cumprir suas determinações.
Em Minas Gerais a Lei Estadual n. 10.545/1991, em seu art. 12 submete à pena de reclusão de dois anos a quatro anos, além da multa de 100 a 1.500 UPFMG o empregador, o profissional, o responsável ou o prestador de serviços que deixar de promover as medidas necessárias de proteção à saúde e ao meio ambiente. "O seu regulamento decreto nº 41.203/2000 classifica como infração utilizar agrotóxico ou afim em desacordo com os cuidados relativos à saúde, ao meio ambiente e à qualidade do produto final, (Art. 24, VIII), bem como a aplicação de agrotóxico ou afim não recomendados para a cultura (art. 31, §3º, item 3)".


ANVISA PROIBE CAPINA QUÍMICA NAS CIDADES

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA já tinha publicado matéria em seu site informando que a capina química feita com agrotóxicos, em áreas urbanas expõe a população ao risco de intoxicação, além de contaminar a fauna e a flora local. Por esse motivo, tal prática não é permitida. Para orientar municípios de todo país sobre os perigos do uso de agrotóxicos nas cidades, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (1), nota técnica sobre o tema.

“Esse esclarecimento está sendo efetuado devido ao recebimento de inúmeras denúncias sobre a realização dessa prática ilegal e questionamentos da sociedade sobre a real necessidade da pulverização desses produtos químicos em ruas, calçadas, praças e parques das cidades”, diz Dirceu Barbano, diretor da Anvisa. Devido à ausência de segurança toxicológica, desde 2003 a Agência não permite a aplicação de herbicidas em ambientes urbanos.



O fato é que em áreas urbanas temos visto muito a utilização de agrotóxicos do grupo dos herbicidas. Tais produtos são utilizados para a prática da chamada “CAPINA QUÍMICA”.

Esta prática que associa alto risco de contaminação ambiental e à saúde pública, agravada pelo fato de ser usada em ambientes urbanos como praças, jardins, jardins públicos, canteiros, ruas e calçadas onde circulam pessoas e animais doméstico expõe a população ao risco de intoxicação, além de contaminar a fauna e a flora local.

Conforme Nota Técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, baseada na Lei Federal nº. 7.802/89,

FICA PROIBIDA A PRÁTICA DA “CAPINA QUÍMICA” EM TODO TERRITÓRIO NACIONAL.

Confira Nota Técnica no site da ANVISAabaixo:


A capina química (aplicação de herbicidas) para limpeza do mato em ruas, calçadas, praças etc. é prática que se vê em alguns lugares mas proibida no Brasil. Não há nenhum produto registrado para uso em cidades.

Abaixo segue nota da Anvisa esclarecendo a questão: “a prática da capina química em área urbana não está autorizada pela ANVISA ou por qualquer outro órgão, não havendo nenhum produto agrotóxico registrado para tal finalidade”.


Nota Sobre o Uso de Agrotóxicos Em Área Urbana


Preocupada com a difusão da prática não autorizada de uso de agrotóxicos (herbicidas) para o controle de plantas daninhas em áreas urbanas especialmente em praças, jardins públicos, canteiros, ruas e calçadas, em condições não controladas pelos órgãos públicos competentes, esta Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) submeteu à consideração da população, mediante a publicação da Consulta Pública no. 46/2006, proposta de Resolução de sua Diretoria Colegiada para regular a prática da capina química por empresas de jardinagem profissional, nos termos previstos no Decreto no. 4.074/2002.

No processo de Consulta Pública, colhendo contribuições dos diversos segmentos da sociedade, bem como das áreas técnicas da Agência e de outros órgãos do Sistema Único de Saúde (SUS) evidenciou-se que a regulamentação dessa prática não se revelava o melhor caminho na busca da proteção e da defesa da saúde da população brasileira.

Os produtos que visam alterar a composição da fauna ou da flora, com a finalidade de preservá-las da ação de seres vivos considerados nocivos, são definidos nos termos da legislação vigente (Lei no. 7.802/89) como produtos agrotóxicos, tanto quando se destinam ao uso rural ou urbano. São produtos essencialmente perigosos e sua utilização, mesmo no meio rural, deve ser feita sob condições de intenso controle, não apenas por ocasião da aplicação, mas também com o isolamento da área na qual foi aplicado.

No processo de consulta pública ficou evidenciado que não seria possível aplicar medidas que garantissem condições ideais de segurança para uso de agrotóxicos em ambiente urbano. Por esse motivo a Diretoria Colegiada da ANVISA decidiu arquivar a Consulta Pública no. 46/2006, afastando a possibilidade de regulamentação de tal prática.

Justificam tal conclusão, entre outras, as seguintes condições:

1. Durante a aplicação de um produto agrotóxico, se faz necessário que o trabalhador que venha a ter contato com o produto, utilize equipamentos de proteção individual. Em áreas urbanas outras pessoas como moradores e transeuntes poderão ter contato com o agrotóxico, sem que estejam com os equipamentos de proteção e sendo impossível determinar-se às pessoas que circulem por determinada área que vistam roupas impermeáveis, máscaras, botas e outros equipamentos de proteção.

2. Em qualquer área tratada com produto agrotóxico é necessária a observação de um período de reentrada mínimo de 24 horas, ou seja, após a aplicação do produto, a área deve ser isolada e sinalizada e, no caso de necessidade de entrada no local durante este intervalo, o uso de equipamentos de proteção individual é imperativo. Esse período de reentrada é necessário para impedir que pessoas entrem em contado com o agrotóxico aplicado, o que aumenta muito o risco de intoxicação. Em ambientes urbanos, o completo e perfeito isolamento de uma área por pelo menos 24 horas é impraticável, isto é, não há meios de assegurar que toda a população seja adequadamente avisada sobre os riscos que corre ao penetrar em um ambiente com agrotóxicos, principalmente em se tratando de crianças, analfabetos e deficientes visuais.

3. É comum os solos das cidades sofrerem compactação ou serem asfaltados, o que favorece o acúmulo de agrotóxico e de água nas suas camadas superficiais. Em situação de chuva, dado escoamento superficial da água, pode ocorrer a formação de poças e retenção de água com elevadas concentrações do produto, criando uma fonte potencial de risco de exposição para adultos, crianças, flora e fauna existentes no entorno. Cabe ressaltar neste ponto que crianças, em particular, são mais sujeitas às intoxicações em razão do seu baixo peso e hábitos, como o uso de espaços públicos para brincar, contato com o solo e poças de água como diversão.

4. Em relação à proteção da fauna e flora domésticas ou nativas, é importante lembrar que cães, gatos, cavalos, pássaros e outros animais podem ser intoxicados tanto pela ingestão de água contaminada como pelo consumo de capim, sementes e alimentos espalhados nas ruas.

5. Por mais que se exija na jardinagem profissional o uso de agrotóxicos com classificação toxicológica mais branda, tal fato não afasta o risco sanitário inerente à natureza de tais produtos.
Por oportuno, importa ainda observar que há, no mercado, produtos agrotóxicos registrados pelo Instituto Nacional do meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) identificados pela sigla “NA” como agrotóxicos de uso Não-Agrícola. No entanto, essa identificação, ao contrário do que possa parecer á primeira vista, não significa a autorização da utilização de tais produtos em área urbana.

Os produtos registrados pelo IBAMA apenas podem ser aplicados em florestas nativas, em ambientes hídricos (quando assim constar no rótulo) e outros ecossistemas (além de vias férreas e sob linhas de transmissão).

Dessa forma, a prática da capina química em área urbana não está autorizada pela ANVISA ou por qualquer outro órgão, não havendo nenhum produto agrotóxico registrado para tal finalidade.
Brasília, 15 de janeiro de 2010.

Diretoria Colegiada da ANVISA

APAC - Caxambu

FEIRA DE ADOÇÃO DE CÃES E GATOS

DIA 30/03/13, SÁBADO 

A PARTIR DAS 14:00h


       PRAÇA 16 DE SETEMBRO-CENTRO-CAXAMBU-MG






Para maiores informações, acesse a página da APAC:

quinta-feira, 28 de março de 2013


Viagem pela BR 354

Fundo musical: "Infinita Highway"  - Engenheiros do Hawai


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Soltando os Bichos
(Giro do Wal)
 Spock, Tahulu e Billy

E o "Soltando o Bicho" deste mês vem em dose tripla !!! Os 3 irmãos: Spock, Tahulu e Billy  fazem a festa no blog !!!





Veja mais fotos e a matéria completa
Acesse o Giro do Wal:




BAZAR BENEFICENTE PARA CRIANÇAS DA ASSOCIAÇÃO NHÁ CHICA



Polícia Ambiental da Cidade de Aiuruoca realiza Palestra, caminhada ecológica e plantio de cinquenta mudas de árvores nativas em Seritinga/MG
 
Sgt Rogério proferindo palestra.
No dia 27 de março, na cidade de Seritinga/MG, o 4º Grupo de Polícia Ambiental da Cidade de Aiuruoca realizou na Escola Municipal Professora Mary Vieira Ribeiro de Souza uma palestra sobre a “Importância da Água” e da “Preservação da Área de Preservação Permanente”. Posteriormente ocorreu uma “Caminhada Ecológica” com saída da escola até próximo ao trevo da rodovia BR 267, caminhada esta que contou com aproximadamente 100 pessoas entre alunos, pais de alunos, professores e a diretoria da referida escola. 

Rogério Pref. Mun. Baruc Encarregado Kleber e Diretora Estadual Rita
Para abrilhantar o evento, esteve presente em toda a caminhada o Ilmo. Sr. Prefeito Municipal de Seritinga, Baruc Sebastião Landim. Contamos também com o nosso convidado da Copasa, o encarregado Kleber de Carvalho Silva da cidade de Carvalhos que com o veículo “pipinha” serviu água aos participantes durante todo o trajeto. Foi realizado o plantio de cinquenta mudas de árvores nativas nas proximidades de uma das nascentes que abastece o município. Este evento contou com a presença da Sra. Amélia de Cássia C. Pereira, engenheira da EMATER/MG que ensinou os presentes a forma correta para o plantio das referidas mudas de árvores falando sobre adubação e cuidados posteriores. O 4º Grupo de Polícia Ambiental da Cidade de Aiuruoca agradece a parceria com a Prefeitura Municipal de Seritinga, a todos que ajudaram na realização e também os participantes do evento. 




PREFEITO BARUC E SGT ROGÉRIO

A Polícia Militar Rodoviária de Caxambu, representada pelos militares 3º Sgt PM Luiz Carlos e Cb PM Paulo Roberto juntamente com o destacamento PM de Seritinga representada pelos militares Cb PM Afonso, Sd Demétrius e Sd Castro garantiram ainda mais segurança aos participantes, a qual foi de suma importância.


Equipe organizadora do 4º Grupo de Polícia Ambiental da Cidade de Aiuruoca: Sgt Rogério, Cb Alex e Sd Erasmo.

Rogério Martins,
Sgt PM.
Resp. p/cmdo do 4º GpMAmb - Aiuruoca.

quarta-feira, 27 de março de 2013


Câmara presta esclarecimentos sobre Consórcio de Universidades Federais de Minas Gerais


A 12ª Reunião Ordinária da Câmara de Vereadores de Caxambu aconteceu nesta segunda feira dia 25 de março. Além de leituras de correspondências e respostas de indicações, foi apresentado o Requerimento nº 25/2013, de autoria do Vereador Fábio Curi Hauegen, solicitando prestação de contas do Parque das Águas de Caxambu.
Aconteceu ainda a Distribuição do Projeto de Lei Complementar nº 1/2013, encaminhado através da mensagem nº 10/2013, que dispõe sobre a criação do cargo de subprocurador e dá outras providências.
Na Ordem do Dia, os Vereadores aprovaram em segunda votação Projeto de Lei nº 11/2013, que dispõe sobre a atualização de preços públicos e dá outras providências.
Antes de abrir a palavra na Tribuna Livre o Presidente do Legislativo Vereador Marcos Halfeld relatou sua visita ao Magnífico Reitor da Universidade Federal de Alfenas, Professor Paulo Márcio de Faria e Silva, Coordenador do Consorcio das Universidades do Sul e Sudoeste de Minas Gerais.
O Presidente pediu que fosse executada uma gravação com a fala do Reitor sobre a atual situação do Consórcio.

Ouça aqui a gravação:


Após todos ouvirem o depoimento, o Presidente da Câmara afirmou que a Casa Legislativa está cumprindo seu papel de informar a população.

Tribuna Livre

O assessor Parlamentar Guilherme Pereira fez uso da palavra relatando como foi o processo de buscar informações sobre o Consórcio.
Segundo ele, após reunião da Câmara, na semana anterior, quando o Prefeito da cidade disse na Tribuna Livre que o Consórcio era “balela”, ele como cidadão se viu na obrigação de buscar informações. Pediu para que o ex chefe de Gabinete da Prefeitura sr. José Walter mediasse o encontro com o Reitor e pediu que o Presidente da Câmara o acompanhasse na visita. Agradeceu o empenho de todos, especialmente ao presidente do PT de Caxambu professor João Carlos que emprestou equipamento para que a gravação com o Reitor pudesse ser realizada.
Disse estar satisfeito de que a verdade sobre o Consórcio está sendo esclarecida e afirmou estar confiante de que os líderes políticos da cidade, independente de partido, abracem a causa, pois tem certeza de que o futuro de Caxambu passa pela implantação do Centro de Pesquisas do Consórcio das Universidades Federais  de Minas Gerais em Caxambu.

Quem também falou na Tribuna Livre foi Alan Baião de Carvalho Procurador Jurídico do Município. Ele pediu aos vereadores que estudem a possibilidade de aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 1/2013, encaminhado através da Mensagem nº 10, que dispõe sobre a criação do cargo de subprocurador e dá outras providências.
Segundo o advogado hoje a Prefeitura possui mais de 5 mil processos judiciais e que além disto o Procurador ainda atua dando pareceres ao Executivo além de outras funções, daí a necessidade da criação do cargo de sub procurador para agilizar o serviço do setor.

Grande Expediente

Fábio Curi solicitou que seja enviado ao Executivo ofício cobrando a Avaliação de Metas Fiscais. Pediu ainda as Metas de Arrecadação do Município. Disse que jamais vai deixar de exercer seu papel de fiscalizar o Executivo, no uso do dinheiro público, uma das funções do Vereador.

Denílson: lembrou da comemoração da Semana da Água e agradeceu a Deus por morarmos num lugar tão privilegiado como é Caxambu por ser o maior potencial hidromineral do mundo, enquanto outros locais já brigam pela falta de água.

Clóvis: falou sobre o transporte de alunos para estudarem em outras cidades lembrando que os Vereadores vão incluir na LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias – para o próximo ano uma verba que permita ao Executivo custear pelo menos parte do transporte.

Citou também a situação dos funcionários com empréstimos consignados, que hoje são 334 e que estão tendo problemas de inscrição do nome no serviço de proteção ao crédito,pois a Prefeitura na administração passada descontou da folha os empréstimos mas não repassou aos bancos. Pediu mais uma vez urgência na solução do problema.

O vice-presidente do Legislativo citou mais uma vez o projeto Olho Vivo, de sua autoria, que consiste em obrigar que estabelecimentos de grande porte da cidade como bancos e supermercados coloquem câmaras externas de vigilância. Ele disse que atos de vandalismo como os que ocorreram na Praça XVI de setembro e na Unicred no fim de semana teriam seus autores facilmente identificados se houvesse as câmaras gravando tais cenas.

Finalizou falando do Consórcio das Universidades Federais de Minas Gerais, dizendo que o mesmo é realidade e que todos precisam trabalhar unidos para que Caxambu alcance mais este objetivo.

Joaquim: o vereador informou que o serviço de tapa buracos por parte da Prefeitura já começou e aproveitou para cobrar do Executivo mais agilidade no mesmo, que considera de urgência, devido a situação de diversas ruas na cidade. Afirmou ainda acreditar que o Centro de Pesquisas é importante mesmo para o município.

Alessandro: cobrou da Prefeitura a situação das centenas de pessoas que no ano passado pagaram para regularizar escrituras de imóveis. Gostaria de saber como está a situação indagou o vereador. E cobrou da Cemig troca de lâmpadas em locais públicos.

"Velório do Carneiro"
(Giro do Wal)

Alfenas - 23/03/2013


 Como é tradição anualmente em Alfenas, aconteceu mais uma edição doo "Velório do Carneiro". O evento contou com uma maratona de horas com diversas atrações e animação do público presente estimado em 28.000 mil pessoas.

Veja mais fotos e acesse a matéria completa
Acesse o Giro do Wal:

Morro do Cristo em Caxambu - Tem que cuidar...



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CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS: CARMO DO RIO CLARO

Audiência Pública discutiu caso da água da COPASA e contaminação na cidade


Crédito da foto: Jornal de Lavras
Coordenador Regional das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente da Bacia do Rio Grande, Bergson Guimarães, e o Promotor de Justiça de Carmo do Rio Claro, Cristiano Cassiolato, além de técnicos e Diretores da COPASA, prestaram esclarecimentos à população.




A comissão especial formada pela Câmara Municipal de Carmo do Rio Claro pelos vereadores Wilber Pitol Moura (PPS), José Joaquim Silva, o Zé Pequeno (PT) e Juliano Alves da Silva, o Pão de Queijo (DEM), que averigua a situação da água da COPASA (Companhia de Saneamento do Estado de Minas Gerais), conduziu audiência pública ocorrida segunda-feira, dia 25 de março, às 19 horas, na Câmara Municipal de Carmo do Rio Claro.

O objetivo da audiência é debater com a população o caso da água tratada pela COPASA no município, que há aproximadamente dois meses causa desconforto na comunidade em consumi-la e apresentar os trabalhos obtidos pela comissão.

Amostras coletadas

No dia 27 de fevereiro, a comissão especial, acompanhada inclusive de duas pessoas da população, acompanhou as coletas realizadas pelo químico Luiz Eduardo Tanure, que exerce a profissão há 38 anos.
Não foram encontradas alterações nas amostras, tanto na potabilidade quanto no resultado do residual de pesticida. Porém, a comissão especial alerta à população que as amostras foram coletadas alguns dias após a coleta do Ministério Público, que constatou irregularidades na água.

Reunião no Ministério Público

A comissão especial foi ao Ministério Público na quarta-feira, 20, e se reuniu com o Promotor de Justiça Cristiano Cassiolato. A intenção dos vereadores era expor a situação e, mesmo com o resultado não apontando nenhum problema, buscar soluções que deixem a população tranquila e satisfeita com a água que consomem. Afinal, entendem que as amostras coletadas pela comissão foram feitas em um período onde o cheiro e o gosto eram percebidos com menor intensidade pela população, ao contrário do período de coleta do Ministério Público, mas que ainda sim, não devem consumi-la.

Wilber, Pão de Queijo e Zé Pequeno pediram opinião e também ouviram o Promotor sobre a situação. A preocupação da comissão é em continuar o trabalho e buscar de todas as formas, apoio para a solução do problema.

Audiência Pública

Informou o site da Câmara Municipal que para esclarecer melhor a população, a comissão especial convocou a audiência pública. A intenção foi esclarecer como foi feito tanto o trabalho das coletas feitas por ela, quanto a do Ministério Público, deixando assim, a população ciente, já que não há intenção de esconder nada de ninguém, independente dos resultados. “Não estamos para fazer média com ninguém. Nem eu, nem o Pão de Queijo, nem o Zé Pequeno e nenhum vereador. Tanto que fomos ao Ministério Público para mostrar o resultado da nossa análise e discutir o problema; e também por isso marcamos essa audiência pública. O que importa para nós é deixar claro para os carmelitanos como foi feita a nossa análise e a realizada pelo MP. Não estamos em defesa da COPASA, continuaremos averiguando, pois, se a população ainda não está satisfeita, algum motivo deve ter tido para isso, explica Wilber, presidente da comissão.

Para maior clareza e imparcialidade, os membros da comissão especial enviaram convite ao Promotor de Justiça Cristiano Cassiolato, para participar da audiência e falar com a comunidade sobre o caso, além de explicar como foi feita e qual foi o período das análises realizadas pelo Ministério Público.

O intuito da comissão especial é, nesse momento, exercer a cidadania e buscar a solução para o bem estar da população.